domingo, 30 de abril de 2017

OS EXCLUIDOS

Iniciamos este significativo tema com algumas perguntas, que gostaríamos de encontrar respostas claras, objetivas, mas encontramos algumas respostas superficiais, talvez até demagógica, tentando as vazes enganar a nós mesmos, apenas para, trazer alívio de nossa consciência, mas as perguntas continuam. Gostaríamos de encontrar a origem do termo, e o porquê conforme enumeramos abaixo:

1º Onde nasce à exclusão?
Resp. No coração do homem
2º Porque da exclusão?
Resp. Livre arbítrio
3º Porque marginalizamos os excluídos?
Resp. Somos extremamente egoístas
4º Onde esta o direito dos homens?
Resp. O direito esta na liberdade.
5º O que é responsabilidade?
Resp. Deus é responsável pela criação, logo o homem é responsável pelos seus atos.

Excluir significa: Não fazer parte de um todo, estar de lado, estar privado de algum beneficio. Então nos vem à pergunta. Porque o individuo é excluído da sociedade, passando a viver marginalizado?
De onde surge esta determinação? Seria uma predestinação autoritária, escolha própria, ou ele é empurrado por uma força poderosa sentenciando-o a permanecer à margem do caminho; a exclusão que referimos não é apenas no âmbito econômico-financeiro, mas sim como um todo, falta de viver uma vida digna de um ser humano, a falta de oportunidade em geral, que a classe menos favorecida não dispõe, a exclusão atinge também os de mais idade. A sensação que nos dá é que vivemos sendo sugado por uma força oculta, a qual extrai do ser humano o vigor da vida o que é de melhor, a vida do adolescente é sugada pelas drogas, pela prostituição, a saúde do individuo, explorando o jovem através do vicio e seus abismos, é uma implantação maligna, que, aliás, bem organizada por um sistema bem coordenado
“É o mundo sugando a vida do ser humano até o fim, como se chupa uma laranja até o fim, depois joga o bagaço no lixo”. Assim é o homem entregando a sua vida preciosa para um mundo, dominado por esta força oculta.

Na verdade todos sentimos a opressão operante em todos os seguimentos da nossa sociedade, a pobreza miserável é gritante em nosso meio, e sua conseqüência já sabemos é a violência atraindo violência, pois o ser humano usa de todos os meios possíveis para explorar o seu próximo, e conseqüentemente o meio ambiente, também é atingido, por esta opressão. Isto sem falar na opressão da ignorância que subjuga ainda o homem do século 21, através da falta de uma educação básica, necessária para saiba fundamentar os seus pensamentos, os seus raciocínios.

Creio que a primeira pergunta tem resposta. “A exclusão nasce no coração do homem” logo o coração do homem é mau. Há como gostaríamos de encontrar uma outra resposta, na verdade gostaríamos de encontrar um culpado por toda essa desgraça que ocorre com o ser humano. Mas aos olhos humanos não conseguimos desvendar este mistério, eis o motivo pelo qual temos que buscar resposta na Bíblia Sagrada.

Não temos como abordar este tema sem que primeiro averiguemos desde o inicio, ou seja, na criação da humanidade, estaremos estudando dentro das narrativas bíblicas, pois concluímos ser uma fonte segura, pois outras fontes são meramente especulações hipotéticas, havendo uma extraordinária diferença entre a palavra de Deus e a palavra dos homens, sendo assim por se tratar da palavra Sagrada, com certeza ela nos dará resposta para este assunto que nos constrange muito, a saber, a marginalização de nosso semelhante.
Segundo as Escrituras o próprio homem tomou uma decisão de se excluir do seu Criador, vejamos a narrativa bíblica.

Gn. 2.16 “E lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque no dia em que dela comeres certamente morrerás.”

Onde o homem não aceitou obedecer a uma ordem Divina, na qual já o avisava da conseqüência, ficando desde já estabelecida nesta decisão uma natureza rebelde na alma humana, à decisão de ser independente, individualista, abandonando assim a comunhão com o seu Criador, e conseqüentemente a morte seria atuante na vida do homem, pois ele decidiu assim. Eis portanto o inicio da exclusão, no entanto no jardim havia vida com abundância.

Gn. 3.4 “Então disse a serpente à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus sereis conhecedores do bem e do mal.”

Não aceitou estar em comunhão com o seu Criador, ele preferiu ouvir e obedecer a uma outra voz sedutora, a voz da serpente, ele não quis sujeitar-se a seu Deus, o seu Criador, sendo, portanto enganado, aliás, como apreciamos a mentira, o engano, pois são palavras doces, vejamos o exemplo de nossos políticos, antes das eleições são cheios de compaixão, de ternura, como se preocupam com a classe menos favorecida, mas apenas interessados na sua eleição.
Então foi o homem excluído do jardim, mas esta situação encontra-se na própria criação do homem, quando Deus lhe deu o direito de opinar, concedendo o chamado “livre arbítrio”, podendo escolher que caminho seguir, foi o que aconteceu com o primeiro casal. Percebemos que o homem anseia por liberdade, a qual quis desfrutá-la Vemos neste relato que ele tomou uma decisão baseada na visão natural, na visão humana, com certeza foi grande a decepção, uma desilusão a vergonha de ter errado o alvo, de agora em diante o homem passou a carregar uma culpa.


Gn. 3.7 “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira, e fizeram cintas para si.”

São atitudes que falam por si mesmas, é a nossa justiça própria, entrando em ação, somos hábeis na justificação de nosso erro, detestamos admitir que erramos, por isso fugimos de nós mesmos, preparamos para nós folhas de figueira, é o orgulho operando em nós. Não tem como viver em paz, sem que a transgressão seja punida, o homem então passa a fugir, estando sempre fugindo de si mesmo, então é uma mentira após a outra. Ele busca remendar o seu erro, vestindo uma máscara, assim para cada situação, existe uma máscara, esse homem nunca é ele mesmo, torna-se um verdadeiro hipócrita, sem contar que esta atitude é prejudicial a sua saúde, pois fica totalmente sem paz de espírito, e isso contribui para o surgimento das enfermidades chamadas psicossomáticas, como o stress, a depressão a ansiedade, ou seja, é a morte agindo, conf. relatou o Senhor.


Gn. 3.9-10 “E chamou o Senhor Deus ao homem, e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo e me escondi.”

Agora além da fuga o homem também carrega consigo o medo, pois está desprovido do amor Divino, escolheu o seu próprio caminho, influenciado pelo o próprio inimigo de Deus, o homem tornou-se um inimigo do Criador, passou a dirigir a sua vida baseada na mentira que ouvira de Satanás, adquirindo assim a natureza arrogante, egoísta maligna, o ódio a malicia passaram a ser o seu alimento. Mas mesmo o homem escolhendo o que era mal, Deus não o abandonou,


Gn. 1.31 “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.”

A criação é perfeita, pois Deus viu que era muito bom, tudo que é bom nós conservamos, não queremos perder por se tratar de algo bom, creio que também este é o raciocínio do Criador, justamente por se tratar da Criação sua exclusiva, pois seria para compartilhar a sua Glória, aqui sem entrar na natureza Divina, apenas de observarmos a criação do universo, única e exclusivamente para o homem, podemos concluir a bondade de Deus o seu imenso poder, para com a humanidade; Como poderia abandonar a sua criação?

Gn. 3.21 “Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu.”

Portanto o Senhor Deus foi ao encontro do casal, já era previsto que o homem poderia escolher o mal, vemos que o Amor de Deus está acima de nossas frustrantes decisões, pois as nossas decisões pagamos com sua conseqüência, assim sendo o Senhor foi o primeiro a presenciar os primeiros excluídos, e agir com base na sua infinita misericórdia, providenciando vestimentas para cobrir a sua nudez.

Ef. 2.1-10 “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, e éramos, por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor como que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.”

Tendo o Senhor Deus sacrificado o primeiro animal, para cobrir a nudez do casal, nos mostrando assim o seu imenso amor, em sacrificar O Seu próprio Filho por nós na Cruz. Neste texto da Bíblia Deus nos mostra a nossa condição, e quem nos dominava, nota-se que andávamos segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência. Então vejamos éramos dominados pelos espíritos enganadores, das trevas os quais nos conduziam para os vícios, nos induzindo a fazer a vontade da carne, e de nossos pensamentos, sendo assim nós obedecíamos a estes espíritos, tudo isto em nome de uma falsa liberdade, tentando buscar uma realização, de ser feliz, mas tudo era em vão. Tudo isto é a conseqüência do pecado do primeiro casal ao dar ouvido a voz da serpente, a qual enganou Eva, e até hoje estamos colhendo este péssimo fruto que tem por nome PECADO HEREDITÁRIO, por isso que existe um vazio dentro do Ser humano, que só se preenche com o Salvador, o Senhor Jesus Cristo Ou seja, Deus encarnado.
Creio que aquele ato nobre os deixaram constrangidos, viram como foram enganados, agora estão diante de uma decepção, ficando conhecendo o mal, que até então não tinham conhecimento, eram cercados apenas pelo bem, pela doce paz de Deus, pelo seu grande Amor, faziam parte do plano de Deus, e quando se conhece o mal, ele traz consigo uma angustia, uma tristeza.
Mas o imenso Amor de Deus continua em busca do homem, ele faz parte da sua criação, e no seu plano não há derrota, portanto Ele usa de todos os meios para buscar os seus excluídos até o Seu único Filho foi entregue

Jo. 3.16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Deus quer que o homem reveja a sua situação espiritual, e perceba o Seu grande Amor para com toda a humanidade, a ponto de entregar o seu Único Filho para morrer como um condenado, como um criminoso em meu lugar, em seu lugar, para que tivéssemos a vida eterna. Hoje o Senhor Deus gostaria que o homem voltasse a para o Jardim. A vinda do Senhor Jesus a este mundo nos abre novamente as porta do jardim os seus planos continuam os mesmo, aliás, o Senhor Deus não muda Ele continua o mesmo ontem e hoje e sempre. A Bíblia nos diz em

2 Co. 5.17 “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”

Portanto quando cremos na pessoa do Senhor Jesus Cristo como Senhor e Salvador pessoal, nos é aberta à porta da eternidade, e uma nova vida nos foi entregue, para que a cultivemos com todo amor, para que desta nova vida fluam muitos frutos. Pois de agora em diante tudo se tornou novo, o Senhor nos refaz tudo de novo, fomos recriados para louvor e honra de Nosso Senhor.
Aquela decisão tomada lá no Jardim do Éden, que o transformou em um rebelde e independente, e além de tudo destinado a morte eterna, ao encontrarmos com o Senhor Jesus nos arrependemos e novamente entramos no plano de Deus, haveremos de manter a comunhão com o Pai assim como era com Adão.

Rom. 5.12 “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram.”

Diante deste fato, o Senhor Deus providenciou um livramento para a humanidade caída, ou excluída, providenciou graciosamente em Cristo o resgate do homem, através de Seu único Filho na Cruz do Calvário o pagamento da nossa transgressão veja a promessa Divina em.

Rom.5.17 “Se pela ofensa de um, e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça, reinarão em vida por meio de um só, a saber Jesus Cristo.”

Notamos que estamos diante de um Deus cheio de Graça e de misericórdia, pois mesmo o homem se tornando seu inimigo, ele ainda assim quer o homem para si a ponto de entregar o único filho para resgatar o pecador, diante desta palavra que nos justifica vejamos como o Senhor Jesus Cristo iniciou o seu ministério público em Cafarnaum.

Mat. 4.17 “Daí por diante passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.”

A condição para que o homem saia da exclusão e seja novamente inserido no processo do reino de Deus, é uma mudança no interior do ser humano, ou seja, extrair a má semente plantada por satanás, com arrependimento quando Jesus chama o homem Ele o coloca na parede, ou arrepende ou fica fora do Reino de Deus, Arrependimento vem da palavra grega: Metanoia > que significa mudança de mentalidade, mudar o modo de pensar.
Sendo o Senhor Jesus Cristo nosso Salvador, ele quer extrair o mal de nossos corações através da sua palavra, é quando nós o aceitamos como também nosso Senhor e Salvador, somente a partir desta confissão é que recebemos o direito de sermos filhos de Deus, não somos mais excluídos, e sim incluídos nos benefícios de um herdeiro de Deus.

Ribeirão Preto, novembro de 2004

Pr. José Eymard.


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

QUEM SOMOS NÓS


OU TEMOS CONSCIÊNCIA DE QUEM SOMOS?

 Acho que por nós mesmo não conseguimos responder essas perguntas, pois se trata da alma, e não do corpo físico, o Senhor Jesus perguntou a seus discípulos, QUEM DIZ O POVO SER ELE? Não que Ele não soubesse, mas sim para que os discípulos soubessem que ele era verdadeiramente o Filho de Deus, e pela boca de Pedro, o Espirito Santo faz a confirmação: TU ÉS O CRISTO O FILHO DO DEUS VIVO.

 E QUANTO A NÓS? A REVELAÇÃO ESTA NA PALAVRA DE DEUS, A QUAL NOS DIZ: ROM.10.8 Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos. QUANDO CONHECEMOS REALMENTE O QUE PREGAMOS, FAZ TODA A DIFERENÇA EM NOSSA VIDA, POIS PREGAMOS O QUE CONHECEMOS LOGO O CORAÇÃO NOS MOSTRA QUEM SOMOS PELOS OLHOS DA FÉ OU SEJA, FILHOS DO DEUS VIVO.

 MAS NOSSAS ATITUDES MUITAS VEZES DEMOSTRA O CONTRÁRIO, POIS NOS DEIXAMOS LEVAR PELO MEDO QUE NOS IMPÕE AS TEMPESTADES DA VIDA, NECESSÁRIO CONHECER AS ESCRITURA, POIS SÃO ELAS É QUE TESTIFICAM QUE SOMOS FILHOS DE DEUS. E COMO FILHOS, TEMOS A OBRIGAÇÃO DE SERMOS MAIS QUE VENCEDORES, SEGUE-SE QUE OS MILAGRES EM NOSSAS VIDAS SÃO COISAS NORMAIS.

 UM FELIZ 2015 A TODOS

 PR. JOSE EYMARD.

terça-feira, 18 de junho de 2013

                 O INICIO DA IGREJA NO SIMIONE

Logo pela manha me lembrei da pregação deste domingo sobre os princípios de Deus, e comecei a recordar a trajetória da minha vida, do agir de Deus nos buscando das trevas transformando-nos em nova criatura, pensei que grande milagre foi esse em minha vida, é algo que jamais podemos esquecer, realmente é um amor sem igual. O fato de sermos sua morada realmente nos leva ao um constrangimento, pela miserabilidade que nos pertence, diante de um Deus tão amoroso é realmente incompreensível que nos leva para uma nova dimensão, transformando nossa maneira de ver, de ser, de agir, regando nosso lar com a doce PAZ , todos esses atributos nos leva a semear a palavra de Deus.

   No ano de 1982 precisamente no mês de maio, quando eu e minha minha esposa Ana Maria mudamos para aquele o bairro Adelino Simione após sermos bem alicerçados com o discipulado ministrado pelo mestre bispo Inaldo Fco.Barreto, também a exemplo do mestre iniciamos o trabalho envangelistico, com estudos bíblicos nas casas, com reuniões e cultos nas quarta-feira, era um grupo  reduzido contávamos com a irmã Rita, com meu irmão Dionísio, irmão Salata, sua esposa Mariulsa, o saudoso irmão Milton, dando assim o inicio na minha casa era um grupo dinâmico e fervoroso, como acontece com os começos aquele amor que contagia, que se interessavam em buscar as almas.
  Todos os dias havia casas para visitar, e o Senhor Jesus agindo, curando, libertando, enfim o evangelho sendo pregado há transformação de vidas, e consequentemente muito trabalho.
  Não tínhamos quem tocasse um instrumento, e para completar eu era bem desentoado e com voz de baixo, não era nada engraçado o nosso louvor, mas na época isso não era levado em conta, sentíamos bem a vontade louvando ao Senhor daquela forma mesmo.
  Então conhecemos o pastor Moisés e sua esposa irmã Vera, um casal de crente da Bahia muito alegres que contribuíram com seu carisma, também agregou ao nosso grupo uma família que havia saído da igreja metodista wesleyana, Senhor Levindo, pai de uma família numerosa, com seu genro  Presbítero Elier, e sua esposa Lurdes, Nivaldo, e os demais filhos que também cooperam nesta obra, vários outros irmãos também contribuíram como o envangelista Irineu, com culto nas praças também o pr. João Roberto, e outros tantos. 
  Interessante registrar que em se tratando de obra de Deus não há como fazer a história de acordo com o homem,  pois ela é escrita pelo Senhor Nosso Deus, é Ele quem determina as pessoas para andar com nós, e Ele faz com propriedade, pois a igreja LHE pertence, pois toda gloria e honra são para Ele, na caminhada desta vida amadurecemos nos tornamos mais dependentes Dele, reconhecemos que apenas Ele fez e faz todas as coisas na sua igreja, ficamos assim seguros, pois ao olharmos para traz verificamos o seu cuidado para conosco, nos livrando de todo o mal segurando firme assim a sua amada Noiva.  
   Ribeirão Preto, junho de 2013
   Pr. José Eymard 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A CARNE


                                            

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..[1] É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares.



O que pertence à natureza humana deixada à vontade nos seus pensamentos e desejos em contraste com os pensamentos e desejos espirituais, que vêm de Deus. Quando não está sujeito a Deus, o ser humano tem inclinação para o pecado. O salvo pode ser “carnal” ou “espiritual” (1Co 2.14—3.1; 1Pe 2.11). Algumas coisas que a natureza humana produz são mencionadas em Gl 5.19-21; 19 As coisas que a natureza humana produz são bem conhecidas. Elas são: a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, 20 a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, 21 as invejas, as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas. Repito o que já disse: os que fazem essas coisas não receberão o *  Reino de Deus.[1]
o que o Espírito produz é referido nos vers. 22 e 23.

No deserto após ter sido salvo da opressão de Faraó, o povo se revolta contra a liderança espiritual de Moises, manda que se faça um bezerro de ouro, e disseram ao povo este é o deus que nos tirou da terra do Egito e foram divertir-se

Portanto neste mundo em que vivemos é constituído por uma multidão incrédula;  de homens alienados de Deus, e por isso hostil a causa de Cristo, não reconhecendo os favores da redenção.
 Na obediência a seus apetites carnais desprezam o Criador, pois não lhes diz respeito nada que vem de Deus.

E ASSIM ENQUANTO ESTIVERMOS NESTE CORPO, CONVIVEREMOS COM ESTA REALIDADE QUE AFLIGE A ALMA DO CRISTÃO.

Ribeirão Preto, fevereiro de 13
Pr José Eymard.






sexta-feira, 30 de novembro de 2012



                                      A ESCOLHA

Josué faz, de novo, concerto com o povo
Jos.24.14 Agora, pois, temei q  ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor.
15 Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, r  escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
[1]
      Nesta vida fazemos varias escolhas para atender nossas necessidades físicas, emocionais, moral e espirituais.
      Escolhemos nosso trabalho, edificamos nossas casas, escolhemos nossos conjugues, escolhemos também o caminho que seguiremos O BEM OU MAL. A porta larga que conduz para a perdição eterna, ou a porta estreita que conduz a salvação eterna, é bom lembrar que esta escolha é para toda a eternidade.

Os dois caminhos
Mat.7.13 Entrai pela porta j  estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
14 E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.
[2]
      O Senhor Jesus nos mostra os dois caminhos um espaçoso, que leva a perdição eterna, e diz que são muitos os que entraram por ela. O outro é apertado que leva a vida eterna, e são poucos os que a encontram.

      A conscientização de entrar pela porta estreita é uma coisa, mas o fato de entrar é outra, muitos conseguem ir até a porta, mas não conseguem adentrar, permanecem à beira da porta estreita, mas não entram, escolhem uma igreja, ouvem os cânticos, os hinos, contribuem com suas ofertas e dízimos, ouvem a Palavra, mas não entram pela porta.  Então Josué disse ao povo, escolhei hoje a quem sirvais uma pergunta para o povo se decidir, pois caminharam por longos anos desde a saída do Egito até chegarem à terra prometida, foram testemunhas dos grandes feitos de JAVE, desde a libertação e juízo no meio daquele povo, mesmo assim ainda estavam indecisos quanto ao Senhor.   

      Muita gente não tem consciência do que vem a ser o fogo eterno, preferem dormir o sono do pecado, a despertar entrando pela porta estreita, nunca sabemos que hora ou dia vira a morte, nem a respeito das tragédias, quando o fogo noturno arder em uma casa, seu morador terá tempo de ficar pensando, se levanta da cama, ou se vai tirar mais uma soneca? Com certeza sai correndo para salvar sua própria vida.

      As Escrituras Sagradas tem este objetivo de alertar para a eternidade com Cristo, ou a eternidade sem Cristo, ou seja a morte eterna.

   Quem entra no Reino dos céus
21 Nem todo o que me diz: p  Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22 Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não q  profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas?
23 E, então, lhes direi abertamente: r  Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
[3]
     As palavras do Senhor Jesus são Espírito e vida, nos alerta a tomar posição, entremos logo pela porta estreita, compromissamos com Ele, deixemos de praticar a iniqüidade, façamos a vontade do Pai sejamos fieis, verdadeiros dignos de sermos chamados Filhos de Deus, aborreçamos o mundo e seu sistema. São decisão de vida ou morte, que requer máxima urgência é para a eternidade, que se inicia aqui nesta vida ainda.

Ribeirão Preto,outubro de 2012

                Pr. José Eymard











terça-feira, 2 de outubro de 2012

A INSATISFAÇÃO DESTA GERAÇÃO



Mat. 11. 16 Mas a quem hei de comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros:
17 Nós vos tocamos flauta, e não dançastes;
 entoamos lamentações, e não pranteastes.
18 Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio! 19 Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras.

  O homem sempre cultivou um pensamento independente em relação ao Criador, tais pensamentos o faz distanciar dos princípios bíblicos, gerando em sua alma insatisfação que vem de longa data, precisamente no jardim do Éden o homem sempre buscando sua suposta liberdade, pagando assim um alto preço.
 É semelhante a meninos que brincam com determinado brinquedo, e logo enjoam do mesmo, brigam por outro, continuam suas brincadeiras, sem constância.
 O Senhor Jesus estava se referindo ao comportamento religioso daquele povo, que não é nada diferente de hoje, são como menino na praça, a começar pela variedade de doutrinas, creio se o apostolo Paulo fosse vivo qual não seria o seu espanto ao ver a banalização das escrituras. exp. É por pouco o crente esta falando mal do pastor, do louvor, da palavra do pastor, abandona a igreja, e vai procurar outra.
 Se o pastor for um homem de Deus e pregar de acordo com a Palavra de Deus, dependendo da igreja faz uma reunião e pede sua remoção.
 O Senhor Jesus então disse João que não comia e nem bebia de diziam tem demônio, veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores.   

 É nesse mundo que vivemos, somos convocados a sermos Luz neste mundo, tendo como base a Escritura Sagrada, e contamos também com o Consolador Espírito Santo o qual nos concede sabedoria para testemunhar do Caminho a Verdade e a Vida.
 Rom. 12.2 E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
 Não se conformar > não ter o caráter de alguém, não se amoldar ao padrão de outrem,
 A Bíblia diz que este mundo jaz no maligno.

Ribeirão Preto, outubro de 12

     Pr. José Eymard



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

As Ruinas do Imperio Romano


                         




 Como sempre almejamos conhecimento histórico que se relacionam com a nossa vida, Roma é uma cidade que influenciou toda a humanidade durante seu reinado de mil anos, conquistando nações subjugando povos, perseguindo cristãos.   
A Bíblia diz “Mat.24.2 Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.[1]
Mas é uma grande cidade com aproximadamente dois milhões de habitantes, sendo duzentos mil imigrantes, a qual influenciou o mundo pelo poder militar tornando-se uma potencia mundial, temida por todos os povos, sua arquitetura bem estruturada, possibilitou a construções de seus suntuoso palácios, templos usando sempre o mármore, que por si só torna imponente toda obra. Tenho por mim que toda essa grandeza influencia o comportamento de seus habitantes, sendo tida com pais de primeiro mundo, mesmo nos dias de hoje com essa grave crise econômica, ainda assim sustentam sua pompa.
Segundo a tradição, Roma teria sido fundada no ano de 753 a.C. por Rómulo e o seu irmão Remo.[7] Rómulo e Remo envolveram-se numa luta e Rómulo acabou por assassinar o seu irmão Remo. No começo foi governada por reis mas, novamente de acordo com a tradição, tornou-se uma República em 509 a.C..[8] A cidade cresceu e, no final da República, Roma era a capital de um vasto império em volta do Mar Mediterrâneo. No seu auge, durante o século II, a cidade chegou a ter cerca de 45 000 prédios de apartamentos, e uma população de 1 600 000 pessoas. Seus aquedutos transportavam mais de um milhão de metros cúbicos de água, mais água do que chega à Roma moderna.
De acordo com a lenda, Roma foi fundada em 753 a.C. por Rômulo e Remo, que foram criados por uma loba.
Com o fortalecimento do cristianismo do rei, no século III d.C., o Bispo de Roma (que mais tarde passaria a ser chamado de Papa) tornou-se a maior autoridade religiosa na Europa Ocidental.
Numa série de acontecimentos sem precedentes em toda a península itálica, Roma tornou-se a capital da nova Itália unificada de Giuseppe Garibaldi, em 1871. Em 11 de fevereiro de 1929, Benito Mussolini estabeleceu, numa série de acordos com o Papado, o Estado independente do Vaticano, cedendo um pedaço de 0,44 km² no seio da cidade a este novo país.

O Coliseu de Roma tornou-se um dos símbolos da cidade por atestar a magnificência da arte e cultura da Roma Antiga.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Roma sofreu pesados bombardeamentos e foi também o palco de várias batalhas, embora tenha sofrido menos danos que outras cidades controladas pelo Eixo (como Berlim ou Varsóvia); foi capturada pelos Aliados em 4 de junho de 1944, tornando-se a primeira capital de uma potência central do Eixo a cair.
Nos anos que se seguiram à guerra, a cidade foi palco de crescimento acelerado. Com cerca de 240 mil habitantes à época da unificação do país, a cidade cresceu para 692 mil em 1921 e 1,6 milhão em 1962.[carece de fontes]










Foi esta abundância de vestígios históricos que permitiu aos analistas reconstruir a história, costumes e algumas preocupações dos habitantes e governantes de Roma. Durante o período régio, nomeadamente no século VI a.C., período de grande prosperidade para a cidade sob influência etrusca, realizaram-se importantes obras públicas: o Templo de Júpiter no Capitólio,[14] o santuário arcaico da área de San Omobono, e a construção da Cloaca Massima (um dos primeiros sistemas de esgotos alguma vez construídos)[15] que iria permitir a bonificação da área do Fórum Romano e a sua primeira pavimentação.
Seria apenas a partir do século II a.C. que se assistiria às primeiras transformações monumentais, inseridas num plano urbanístico coerente (por exemplo, os templos republicanos da área sacra do Largo di Torre Argentina, construídos separadamente e unificados através de um grande pórtico. Nasceram tipos arquitectónicos como a basílica civil e o Arco do Triunfo. Pela primeira vez foi aplicada a técnica edificadora do cementizio, um material característico das construções da Roma Antiga, que dotou a arquitectura romana com um desenvolvimento particular e original, e que iniciou a importação de mármore e sua utilização como ornamento nos edifícios. O primeiro templo inteiramente em mármore foi o templo redondo do Fórum Boário. Os autores destas obras, que entretanto ganharam prestígio, iniciaram projetos urbanístico cada vez mais ambiciosos, a partir dos grandes pórticos da zona do Circo Flaminio ao Tabularium de Sulla, que se estende do Fórum Romano ao Capitólio, bem como o restauro ao templo capitolino. Pompeu deixa-nos o seu legado na cidade com a construção de um grande Teatro. Júlio César cria também uma nova praça com o seu nome, o Fórum de César, ao mesmo tempo que se dá o restauro da Cúria, sede do Senado.
No entanto, o maior desenvolvimento urbanístico deu-se na época Imperial. Com Augusto, a cidade é dividida em 14 regiões. Completam-se as intervenções de César e iniciam-se novos grandes projetos urbanísticos ao lado da praça do Fórum Romano, como a construção da Basílica Júlia e a remodelação da basílica Emília. Augusto, com a ajuda indispensável de Agripa, seu amigo e conselheiro, ocupar-se-ia da sistematização do Campo Marzio, que já vinha sido enriquecida de edifícios públicos e monumentos. Na zona periférica da cidade, é construído o seu mausoléu, e é erigido um grande relógio solar que usa um obelisco como gnomon e a Ara Pacis. Na área do Circo Flaminio surge o Teatro dedicado a Marcelo e, mais lentamente, o Templo de Apolo Sosiano.
O processo de monumentalização da cidade prosseguiu com os sucessores de Augusto. Em 64 d.C., durante o reinado de Nero, um grande incêndio quase destrói a cidade inteira. Para favorecer uma reconstrução ordenada e corrigir as condições que favoreceram o alastrar do incêndio foi criado um novo plano regulamentar, colocado em prática apenas parcialmente. Nero construirá, assim, a sua Domus Aurea e ocupará os espaços compreendidos entre os montes Celio, Esquilino e Palatino com uma enorme villa.

No decurso do século III, em que os imperadores passavam pouco tempo na cidade, a actividade edificadora quase pára por completo. É, no entanto, neste período que é erigida a Muralha Aureliana, atribuída ao imperador Aureliano, a partir de 272 d.C.: alguns séculos depois teme-se novamente pela segurança da cidade. As muralhas seriam sucessivamente reforçadas até adquirirem o aspecto monumental atual.
Com a Tetrarquia retoma-se a actividade edificadora com a construção das termas de Diocleciano, da Basilica de Massenzio e da grande vila de Massenzio, na via Appia, e do Arco de Constantino. A partir de Constantino I dá-se início à construção das primeiras grandes igrejas cristãs: as basílicas de São João de Latrão e de Santa Cruz de Jerusalém, e as basílicas cemiteriais nas tumbas dos mártires contíguas ao mausoléu da família imperial e, ainda durante os anos sucessivos, Santa Maria Maior e São Paulo Fora de Muros. Nos finais do século continuou-se, todavia, a restaurar os edifícios públicos e templos pagãos.
O poder temporal do Papado iria interferir, posteriormente, no território citadino e nas igrejas. São também incontáveis os vestígios arquitectónicos na periferia da cidade.
Por uma questão de conveniência, os monumentos foram separados em listas temáticas:
                                      A REFORMA PROTESTANTE


 Esta é a escada segundo a história fora trazida de Jerusalém por Tito juntamente com alguns utensílios do templo, onde supostamente o Senhor Jesus Cristo subiu por ela quando da sua crucificação, tornando assim milagrosa, onde os fieis católicos sobem de joelhos pagando pecados e se auto flagelando, foi seguindo esta crença que o monge Martinho Lutero, após estudar a Bíblia com devoção, achava-se ainda cheio de pecados, resolveu então ir a Roma e subir a escada sagrada de joelhos para pagar seus pecados e receber assim alivio para sua alma; foi quando estava no meio da escada ouviu uma voz no seu coração que dizia “Rom.1.17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito:”
 O justo viverá por fé.”...
   Essa passagem do livro de Romanos havia lido varias vezes, informando que somos salvos e justificados de nossos pecados apenas pela Graça de Deus mediante a Fé, e não por meio de obras interessante mas foi na escada que o Espírito de Deus lhe deu convicção de sua  eterna salvação, ou seja é necessário uma confrontação de realização de obras versus FÉ, sentindo-se convicto voltou muito decepcionado de Roma, dando inicio ao movimento da Reforma Protestante. 
Martinho Lutero, em alemão Martin Luther, (Eisleben, 10 de novembro de 1483 — Eisleben, 18 de fevereiro de 1546) foi um sacerdote católico agostiniano e professor de teologia germânico que foi figura central da Reforma Protestante. Que ficando contra os conceitos da Igreja Católica veementemente contestando a alegação de que a liberdade da punição de Deus sobre o pecado poderia ser comprada, confrontou o vendedor de indulgências Johann Tetzel com suas 95 Teses em 1517. Sua recusa em retirar seus escritos a pedido do Papa Leão X em 1520 e do Imperador Carlos V na Dieta de Worms em 1521 resultou em sua excomunhão pelo papa e a condenação como um fora-da-lei pelo imperador do Sacro Império Romano.
Lutero ensinava que a salvação não se consegue apenas com boas ações, mas é um livre presente de Deus, recebida apenas pela graça, através da fé em Jesus como único redentor do pecador. Sua teologia desafiou a autoridade papal na Igreja Católica Romana, pois ele ensinava que a Bíblia é a única fonte de conhecimento divinamente revelada[1] e opôs-se ao sacerdotalismo, por considerar todos os cristãos batizados como um sacerdócio santo.[2] Aqueles que se identificavam com os ensinamentos de Lutero eram chamados luteranos.
Sua tradução da Bíblia para o alemão, que não o latim fez o livro mais vendido em toda a Alemanha.
Ribeirão Preto setembro de 12
 Pr. José Eymard.